Sabe aquelas noites em que você está perdido na mata fechada, sem nenhuma réstia de luz para iluminar o caminho?
Você perdido ali, grita por socorro, mas ninguém vem. E as nuvens escuras flutuam sobre sua cabeça.
De repente, a lua cheia, bonita, formosa, espanta as nuvens escuras e carregadas. Então, a estrela brilhante e a lua formosa iluminam o caminho para você chegar em segurança.
Cada menino e menina que trabalha no Bem, com as forças da Luz, são como uma pequena lua ou uma pequena estrela, iluminando a noite escura da alma de homens sem fé e sem coragem.
Cada pessoa que vibra com as forças da Luz é um pequenino fogo aceso em nome de Nosso Senhor. Em lugar de vela acesa, alma acesa!
Em lugar de benzer copo d'água, coração aceso!
Em lugar de ritual, alma acesa, energia limpa!
Existe, o tempo inteiro, um combate entre as forças da luz e as forças das trevas. Se vocês são sensatos, filiem-se às ordens da luz.
Não compliquem. Não enrolem. Vocês sabem o caminho certo, fazem errado porque querem!
Vocês têm que aproveitar a chance quando ela aparece. Se não aproveitarem, não há lua acesa, o caminho se fecha e as trevas aparecem.
Por favor, parem de reclamar! Aproveitem as chances. Saibam trabalhar direito!
“Umbanda é o grande e verdadeiro culto que os espíritos humanos encarnados, na Terra, prestam a Obatalá, por intermédio dos Orixás. Desse culto participam os espíritos elementais e os espíritos humanos desencarnados.” “Na sua essência e na sua finalidade, a Umbanda é idêntica a todas as religiões do passado e do presente.” “Em resumo, a Umbanda é a Caridade. Nada mais.” Altair Pinto (Dicionário da Umbanda, Rio de Janeiro: Ed. ECO, 1971. pp. 195-197)
PONTO ESTILIZADO DO TEMPLO
segunda-feira, 10 de março de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Jesus e os ensinamentos dos orixás contidos no Evangelho - OXOSSI
"Oxossi é o aconselhamento; o poder da palavra em ação, o caçador de almas, o amor pela natureza e pela Criação; a necessidade de saúde espiritual e física; a renovação, a nutrição, a prosperidade em todos os sentidos.
A manifestação dessas virtudes são observadas nas seguintes colocações:
· "Bem-aventurados os aflitos, os mansos, os que são misericordiosos, os que têm puro o coração...".
· "Esteja no mundo, mas não seja do mundo", pois quando Jesus esteve no meio da dor, da miséria humana, do desespero, do materialismo, da traição, da arrogância, não se deixou contaminar.
· "A boca fala do que está cheio o coração".
· "Onde está o vosso coração, aí está o vosso tesouro".
· "Amai-vos e instruí-vos".
· "Não são os sãos que precisam de médico".
A chave do conhecimento tem de virar sabedoria. Pela boca entram os alimentos e saem as palavras que, quando harmoniosas, nos trazem equilíbrio e, por conseguinte, saúde.
"Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o amanhã cuidará de si mesmo". Devemos viver um dia de cada vez, o momento presente, que é tudo o que necessitamos, pois é imprescindível cumprirmos nossas tarefas diárias com harmonia e gratidão. A gratidão sincera abre as portas para a manifestação de tudo o que se necessita: criatividade, talento, alimentação adequada, moradia, progresso no trabalho, bons relacionamentos etc.
O plano divino opera de forma a colocar em nossa vida as pessoas, os lugares e os objetos que responderão às nossas necessidades. A prosperidade e a abundância fazem parte da nossa existência: basta olhar a natureza à nossa volta, observar o Cosmo e as estrelas. Devemos manter em nossos corações a gratidão a Deus por nossas preces serem ouvidas e nossas necessidades atendidas, pois Ele sabe o que precisamos, por isso dá "a cada um conforme as suas obras".
É necessário saber pedir, colocar a intenção no que se quer e ter confiança em si mesmo, na própria capacidade de realização. Assim sendo, as idéias surgem para a solução dos problemas."
(Origem: Do Livro “Umbanda Pé No Chão” – Ramatís/Norberto Peixoto – Editora do Conhecimento)
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
SOBRE AS CACHOEIRAS, AS MATAS, OS RIOS, AS PEDREIRAS VIRGENS, O MAR ETC...
Por Matta e Silva
Como vamos entrar, de agora por diante,
somente com partes discriminativas e práticas, devemos chamar atenção dos
umbandistas sobre os elementos cachoeiras, matas, mar, rios e pedreiras
virgens, tão de uso para as nossas práticas ou rituais de cunho nitidamente
mágico ou vibratório...
Os prezados irmãos umbandistas devem saber
que esses lugares são sítios particularmente consagrados à Corrente
Astral de Umbanda, desde épocas remotas, pelo Astral Superior.
É lamentável que inúmeros irmãos praticantes,
por ignorância, façam desses sagrados ambientes elementais depósito de
sujeiras, quer materiais, quer astrais (ou melhor: psíquico-astrais).
Sim! Porque é comum se verificar, nas cachoeiras,
nas matas, nos rios etc., os mais absurdos, rasteiros e grosseiros materiais
que por ali depositam a título de “preceitos” ou de oferendas.
É comum vêem-se panelas, alguidares,
garrafas, fitas, velas, bruxas de pano, alfinetes, assim como rabadas de porco,
carnes sangrentas, e até sangue puro de animais abatidos...
Isso é crassa ignorância, é cega maldade! É
desconhecimento completo do valor sagrado, espiritual e vibratório desses sítios,
dos que assim procedem.
Esses ambientes elementais, consagrados à
Corrente Astral de Umbanda, não servem, ou melhor, não são próprios para sintonizarem
com ondas de pensamentos sujos, negativos e ainda mais ligados a coisas
materiais inferiores e relacionadas com os movimentos de magia negra!
Esses sítios de natureza limpa são
condensadores de energia ou de correntes eletromagnéticas positivas. São, por
isso mesmo, lugares indicados e propiciatórios para os reajustamentos
vibratórios dos filhos-de-fé da Umbanda e devem merecer o respeito e o uso
adequado.
Vamos inserir aqui a resposta que uma de
nossas entidades militantes deu, em certa ocasião, a um desses filhos-de-fé,
sobre o assunto. Foi uma resposta simples e adequada ao entendimento de quem
perguntou, na época, ao Pai Ernesto, um “preto-velho” de fato e direito. A
pessoa perguntou-lhe assim...
“Pergunta: As obrigações que fazemos nas
cachoeiras, matas, mar etc., têm algum valor?...”
“Resposta do Pai Ernesto de Moçambique: No
período da escravatura, devido ao rigor imposto pelos senhores que eram
católicos, os escravos, não podendo praticar livremente os seus cultos, se
refugiavam nesses lugares com essa finalidade, tornando-se assim, para eles, sítios
sagrados e que no Astral Superior foi e ainda lhes é reconhecido como
mercê.”
“Por isso é que ainda determinam a seus filhos de terreiro ali comparecerem,
a fim de que possam receber reajustamentos vibratórios”.
Ora, por essa resposta simples se vê que, de
há muito, esses sítios foram consagrados, particularmente, à Corrente
Astral de Umbanda, de vez que, pela parte de nossos índios, eles (esses citados
sítios) já o eram desde os primórdios de sua raça...
Sabemos que os magos dos primitivos tupinambás, tupis-guaranis
etc., os ditos como pajés (payés), caraíbas, e outros, costumavam consagrar em
cerimônias mágicas de alta significação, certos recantos de rios, lagos, matas,
praias, para a execução de ritos especiais e práticas secretas...
Assim, todos os médiuns umbandistas de fato,
isto é, que tem um protetor de verdade, devem estar cientes de que, nas zonas
vibratórias de uma cachoeira, de uma mata, de uma praia limpa, de um rio, não
“habita” quiumba, ou melhor, nenhuma classe de espíritos atrasados faz
pousada e nem sequer pode se aproximar, porque esses sagrados ambientes têm
guardiões e mesmo porque, os espíritos atrasados, perturbadores, viciados,
mistificadores etc., não sentem nenhuma atração por lugares limpos, de
vibrações eletromagnéticas positivas. Para eles são ambientes de repulsão.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
2014 - Regência da Linha de Xangô
Há que se considerar que independente do orixá regente, todos os orixás atuam sempre e, especialmente EXU, que é o eterno movimento no Cosmo.
Quanto a Umbanda, o ano favorece a mobilização das comunidades entre si, os seminários e congressos, bem como a elaboração consensual de diretrizes básicas do que seja a Umbanda, respeitando-se a diversidade, mantendo-se a liberdade rito litúrgica de cada centro, sem codificação. Ou seja, esta busca de diretrizes básicas — uma “carta magna” de Umbanda — parte de dentro, das comunidades de terreiro e lideranças religiosas, que sob os auspícios vibratórios de Xangô, encontrarão receptividade da maioria do povo de Umbanda, exaurido pela persistente intolerância religiosas contra os terreiros, legitimando iniciativas de união que objetivem dar maior seriedade e melhor visibilidade a religião, fortalecendo a Umbanda frente a sociedade laica e minimizando a intolerância religiosa de outros cultos que demonizam nossa religião.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
OXUM - JESUS E OS ENSINAMENTOS DOS ORIXÁS CONTIDOS NOS EVANGELHOS
“Oxum é o amor-doação, o equilíbrio emocional, a misericórdia e compaixão. Mãe das águas doces, Oxum possui uma força de penetração fora do comum na natureza humana: é a psicóloga nata. Corresponde à nossa necessidade de equilíbrio emocional, concórdia, complacência e reprodução (não necessariamente reproduzir no sentido físico, mas no emocional que liga a mãe ao rebento vindouro). É a mãe que cuida do feto durante toda a gestação, e entrega-o a Iemanjá, na hora do nascimento, para cumprir a sua missão na vida. O amor-doação de Oxum é aquele que faz a caridade ao próximo, que agasalha, alimenta e reconforta.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo (capítulo 6), Jesus, o psicólogo das almas, diz: "Vinde a mim todos vós, que estais cansados e aflitos, e vos aliviarei, porque o meu fardo é leve e o meu jugo suave". Em Mateus: 25, volta a dizer: "Vinde, benditos de meu Pai, possuí o Reino que vos está preparado desde o princípio, porque eu estava com fome, e me destes de comer; estava com sede e me destes de beber; andava estranho e me acolhestes; estava nu e me vestistes; estava doente, e me visitastes; estava preso e me viestes ver". E ao ser abordado pelos justos: "Quando foi, Senhor, que te vimos com fome, com sede, estranho, nu, doente ou preso, e te acudimos?",
Jesus respondeu: "Em verdade vos digo, tudo o que fizestes ao menor de meus irmãos, a mim é que o fizestes!".
Portanto, o Cristo interno não despertará em nós, se não ajudarmos a despertar externamente o Cristo no próximo. Essa é a grande Lei da Polaridade Cósmica. São Francisco,
Gandhi, Chico Xavier, e tantos outros, encontrando o Cristo nos outros, encontraram-no em si próprios.
Esta é a máxima da caridade: auxiliar e servir aos necessitados, porque só assim estaremos realizando a caridade em nós mesmos. Conforme disse São Francisco de Assis: "É dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado".
Há mais felicidade em dar do que em receber. O beneficiado recebe o bem que eu faço, mas o benfeitor se torna bom pelo bem que faz, e antes de realizar qualquer bem no outro, ele o realiza em si mesmo. O amor se manifesta por meio da caridade; sendo assim, o meu amor cresce com a minha caridade.
São Francisco beijou as chagas fétidas de um leproso, escolheu o sofrido e ínfimo irmão de Jesus e, nesse momento, realizou em si o nascimento de Cristo, rompendo a rigidez que o separava de sua verdadeira auto-realização. Ao romper com o ego humano, exultou o Eu Divino.”
(Origem: Do Livro “Umbanda Pé No Chão” – Ramatís/Norberto Peixoto – Editora do Conhecimento)
IANSÃ - JESUS E OS ENSINAMENTOS DOS ORIXÁS CONTIDOS NO EVANGELHO
"Iansã é o movimento, a necessidade de mudança, de deslocamento. Representa a rapidez de raciocínio (o raio), a coragem, lealdade e franqueza. Higieniza os pensamentos; atua nos campos santos, em auxílio aos desencarnados, e no despertar da consciência. Está ligada à orientação e à educação. Representa a luta contra as injustiças. Sua propensão é trazer equilíbrio às ações humanas. Atua junto com Xangô na Justiça, na aplicação da Lei Cósmica.
Quando o Mestre Jesus referiu-Se aos que estavam dispostos a apedrejar uma mulher adúltera em praça pública, dizendo-lhes: "Aquele que estiver sem pecado, que atire a primeira pedra", todos foram saindo em silêncio e O deixaram a sós com ela. Então, Ele a olhou bem no fundo de seus olhos e lhe disse: "Vá e não peques mais, para que não te aconteça coisa pior!".
Nesse momento, o Mestre manifestou novamente o "não julgar", a reflexão, a oportunidade de recomeçar e a necessidade de mudar de atitudes, para poder prosseguir na caminhada evolutiva.
Em outra passagem do Evangelho, diz Jesus: "Não vim trazer a paz, mas a divisão. Vim para lançar fogo à Terra; e o que é que desejo senão que ele se acenda?". Essa é uma atuação clássica da energia de Iansã, simbolizada no raio, como força da natureza. A idéia nova de Jesus encontrou resistência, incompreensão; trouxe à luz as verdades divinas sobre o reino dos céus, e incomodou a crença materialista de Sua época, que submetia o povo à violência e abusos das mais variadas ordens.
Quando "imolaram o homem" no martírio da cruz, pensaram que haviam resolvido a questão, mas a idéia de Jesus permanece até hoje, Seu chamado continua sendo A Boa Nova, a conquista do espírito sobre a matéria, a liberdade de ser, e não a escravidão do ter, a comunhão com o Criador, irradiando amor incondicional sobre todas as criaturas e a natureza. Ela nos instrui sobre as dificuldades dentro da própria família, as incompreensões por estarmos reunidos na carne, mas com etapas evolutivas diferentes, não partilhando da mesma crença.
Iansã é o fogo, posto que a mediunidade é um fogo sagrado, um dom que nos foi ofertado por Deus para corrigir nossas imperfeições e nos ensinar a amar e a servir com humildade. É o fogo da Criação, a capacidade de superar-se, porque as leis cósmicas não permitem estagnação por muito tempo: exigem a nossa evolução, ou seja, o potencial divino que habita cada ser necessita ser externado como chama viva, e não vibrar como brasa que não é alimentada, ou fagulha que se apaga. Por isso, temos o livre-arbítrio para escolher entre servir e amar, ou simplesmente ser uma
criatura acomodada e ociosa. A escolha é inteiramente nossa, e a responsabilidade também. A pressa de que o fogo se acenda é para que haja a transformação do homem, para que cessem as guerras e as divisões internas e externas, visto que a paz nasce dentro do coração do ser.
E segue Jesus, no Sermão do Monte: " Bem-aventurados os pobres e os aflitos...". "Bem aventurados os pacíficos e os simples de coração...". "Bem aventurados os sedentos de justiça e misericórdia...". É o despertar do homem de bem."
(Origem: Do Livro “Umbanda Pé No Chão” – Ramatís/Norberto Peixoto – Editora do Conhecimento)
sábado, 23 de novembro de 2013
MENSAGEM DO CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS
Ser Espírita é ser Clemente,
É ter Alma de Crente,
Sempre voltada para o Bem!
É Ensinar ao que Erra,
Entre os atrasos da Terra,
Não fazer Mal a Ninguém.
É sempre ter por Divisa,
Tudo o que é Nobre e Suaviza,
O Pranto, a Dor, a Aflição.
É fazendo a Caridade,
Evitar a Orfandade,
O Abismo da Perdição.
Em Deus, sempre ter Crença
Profunda, Sincera e Imensa,
Consubstanciada na Fé.
É guardar bem na Memória,
Os bons Conselhos e as Glórias,
De Jesus de Nazareth.
É perdoar a Injúria,
De quem já não tem um Pão.
É se tornar Complacente,
Para o inimigo Insolente,
Tendo por lema o Perdão!
Ser Espírita é ser Clemente,
É ter a Alma de Crente,
Sempre voltada para o Bem!
É ensinar ao que Erra,
Entre os atrasos da Terra,
Não falar mal de Ninguém.
20 Jan 1933 - por seu Médium Zélio de Moraes
É ter Alma de Crente,
Sempre voltada para o Bem!
É Ensinar ao que Erra,
Entre os atrasos da Terra,
Não fazer Mal a Ninguém.
É sempre ter por Divisa,
Tudo o que é Nobre e Suaviza,
O Pranto, a Dor, a Aflição.
É fazendo a Caridade,
Evitar a Orfandade,
O Abismo da Perdição.
Em Deus, sempre ter Crença
Profunda, Sincera e Imensa,
Consubstanciada na Fé.
É guardar bem na Memória,
Os bons Conselhos e as Glórias,
De Jesus de Nazareth.
É perdoar a Injúria,
De quem já não tem um Pão.
É se tornar Complacente,
Para o inimigo Insolente,
Tendo por lema o Perdão!
Ser Espírita é ser Clemente,
É ter a Alma de Crente,
Sempre voltada para o Bem!
É ensinar ao que Erra,
Entre os atrasos da Terra,
Não falar mal de Ninguém.
20 Jan 1933 - por seu Médium Zélio de Moraes
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